Segunda, 18 de março de 2019, 23h13

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Sacramento do Perdão
CONFISSÃO INDIVIDUAL NA SECRETARIA PAROQUIAL

Em preparação para a quaresma e páscoa do senhor, os freis vão receber as confissões individuais dos fiéis na secretaria paroquial no expediente comercial de terça-feira a sábado.

A confissão individual é importante para esse momento porque o tempo quaresmal deve ser vivido com fervor de vida e profundo desejo de conversão. Em sua vinda entre nós, Jesus espera que tenhamos coração aberto para deus e generoso para os irmãos e irmãs.

A cada dia um frei fará atendimento das Confissões. É importante ligar antecipadamente no telefone: (65) 3661-3547 e marcar seu horário de atendimento.

O sacramento do perdão conforme o catecismo da igreja católica

A confissão dos pecados
1455. A confissão (a acusação) dos pecados, mesmo de um ponto de vista simplesmente humano, liberta-nos e facilita a nossa reconciliação com os outros. Pela confissão, o homem encara os pecados de que se tornou culpado; assume a sua responsabilidade e, desse modo, abre-se de novo a deus e à comunhão da igreja, para tornar possível um futuro diferente.

1456. A confissão ao sacerdote constitui uma parte essencial do sacramento da penitência: «os penitentes devem, na confissão, enumerar todos os pecados mortais de que têm consciência, após se terem seriamente examinado, mesmo que tais pecados sejam secretíssimos e tenham sido cometidos apenas contra os dois últimos preceitos do decálogo (47); porque, por vezes, estes pecados ferem mais gravemente a alma e são mais perigosos que os cometidos à vista de todos» (48): «quando os fiéis se esforçam por confessar todos os pecados de que se lembram, não se pode duvidar de que os apresentam todos ao perdão da misericórdia divina”. os que procedem de modo diverso, e conscientemente ocultam alguns, esses não apresentam à bondade divina nada que ela possa perdoar por intermédio do sacerdote. porque, “se o doente tem vergonha de descobrir a sua ferida ao médico, a medicina não pode curar o que ignora”» (49).

1457. Segundo o mandamento da igreja, «todo o fiel que tenha atingido a idade da discrição, está obrigado a confessar fielmente os pecados graves, ao menos uma vez ao ano» (50). Aquele que tem consciência de haver cometido um pecado mortal, não deve receber a sagrada comunhão, mesmo que tenha uma grande contrição, sem ter previamente recebido a absolvição sacramental (51); a não ser que tenha um motivo grave para comungar e não lhe seja possível encontrar-se com um confessor (52). As crianças devem aceder ao sacramento da penitência antes de receberem pela primeira vez a sagrada comunhão (53).

1458. Sem ser estritamente necessária, a confissão das faltas quotidianas (pecados veniais) é, contudo vivamente recomendada pela igreja. (54), com efeito, a confissão regular dos nossos pecados veniais ajuda-nos a formar a nossa consciência, a lutar contra as más inclinações, a deixarmo-nos curar por cristo, a progredir na vida do espírito. Recebendo com maior frequência, neste sacramento, o dom da misericórdia do pai, somos levados a ser misericordiosos como ele (55): «aquele que confessa os seus pecados e os acusa, já está de acordo com deus”. deus acusa os teus pecados; se tu também os acusas, juntas-te a deus. o homem e o pecador são, por assim dizer, duas realidades distintas. quando ouves falar do homem, foi deus que o criou: quando ouves falar do pecador, foi o próprio homem quem o fez. destrói o que fizeste, para que deus salve o que fez. […] quando começas a detestar o que fizeste, é então que começam as tuas boas obras, porque acusas as tuas obras más. o princípio das obras boas é a confissão das más. praticaste a verdade e vens à luz» (56).

A satisfação
1459. Muitos pecados prejudicam o próximo. Há que fazer o possível por reparar esse dano (por exemplo: restituir as coisas roubadas, restabelecer a boa reputação daquele que foi caluniado, indemnizar por ferimentos). A simples justiça o exige. Mas, além disso, o pecado fere e enfraquece o próprio pecador, assim como as suas relações com deus e com o próximo. A absolvição tira o pecado, mas não remedeia todas as desordens causadas pelo pecado (57). Aliviado do pecado, o pecador deve ainda recuperar a perfeita saúde espiritual. Ele deve, pois, fazer mais alguma coisa para reparar os seus pecados: «satisfazer» de modo apropriado ou «expiar» os seus pecados. A esta satisfação também se chama «penitência».

1460. A penitência que o confessor impõe deve ter em conta a situação pessoal do penitente e procurar o seu bem espiritual. Deve corresponder, quanto possível, à gravidade e natureza dos pecados cometidos. Podem consistir na oração, num donativo, nas obras de misericórdia, no serviço do próximo, em privações voluntárias, sacrifícios e, sobretudo, na aceitação paciente da cruz que temos de levar. Tais penitências ajudam-nos a configurar-nos com cristo, que, por si só, expiou os nossos pecados (58) uma vez por todas. Tais penitências fazem que nos tornemos coerdeiros de cristo ressuscitado, «uma vez que também sofremos com ele» (rm 8, 17) (59): «mas esta satisfação, que realizamos pelos nossos pecados, não é possível senão por Jesus cristo: nós que, por nós próprios, nada podemos, com a ajuda “d’aquele que nos conforta”, podemos tudo” (60). assim, o homem não tem nada de que se gloriar. toda a nossa «glória» está em cristo […] em quem nós satisfazemos, “produzindo dignos frutos de penitência” (61), os quais vão haurir n’ele toda a sua força, por ele são oferecidos ao pai, e graças a ele são aceites pelo pai» (62).

Fonte: vaticano



   
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